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Marcelo Nova


AGENDA: 1 DE AGOSTO DE 2014, SESC BELENZINHO, SÃO PAULO/SP

Marceleza anunciou no seu perfil oficial no Facebook:

"No dia 01/08, sexta-feira, Marcelo Nova, acompanhado do seu Conjunto, fará um show único no SESC Belenzinho.

Em comemoração aos 25 anos do lançamento do álbum "A Panela do Diabo", Marceleza tocará um set exclusivo, apenas com canções do disco que compôs com Raul Seixas.

A parceria que rendeu 50 shows pelo país traz seu 51º concerto, com o álbum apresentado pela primeira vez ao vivo."

Não há dúvidas que estamos falando de um evento mais do que especial. Apesar de ter se tornado algo bastante comum, a idéia de apresentar um álbum por inteiro é algo excepcional. Um disco, é muito mais do que um objeto circular com um furo no meio. Representa um período, um conceito, uma unidade. Revisitar por completo aquele espaço é como voltar à uma casa que você morou durante um tempo.

Marcelo Nova retorna A Panela do Diabo e nos leva junto com ele.

Os ingressos para esse show se esgotaram em 72 horas!

Serviço:

Marcelo NovaCOMEMORAÇÃO DOS 25 ANOS DO DISCO PANELA DO DIABO, GRAVADO COM RAUL SEIXAS

SESC SP | Unidades - Belenzinho

 

www.sescsp.org.br/unidades/25_BELENZINHO

R. Padre Adelino, 1000 - Belem, São Paulo - SP, 03303-000
(11) 2076-9700



Escrito por Xande Campos Capitão às 22h45
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MATÉRIA: O POPULAR (GOIÂNIA/GO)

Marcelo Nova se apresentou no Bolshoi Pub, em Goiânia, no último dia 12 de julho. O jornal O Popular da capital goiana publicou essa matéria, que contém as sempre ótimas declarações do rei do rock.

O cara do rock

Bruno Félix12 de julho de 2014 (sábado)

Nas comemorações pelo Dia Mundial do Rock, celebrado amanhã, Goiânia recebe um genuíno representante do gênero e testemunha ocular da época mais eletrizante do movimento popularizado nos anos 80 no Brasil. O cantor e compositor Marcelo Nova, de 62 anos, apresenta hoje um apanhado da sua profícua carreira, a partir das 23 horas, no palco do Bolshoi Pub, onde o artista baiano gravou CD duplo, DVD e Blu-Ray em 2010, em comemoração aos seus 30 anos de estrada.

“É claro que a data tem todo esse significado, mas, para mim, todo dia é dia de rock, porque é disso que me alimento. Tudo isso dá norte a minha existência, essa vida de cigano psicodélico que roda o País inteiro. Sou um trabalhador da minha própria sonoridade e quando eu morrer vou deixar uma obra pela qual serei apreciado e julgado. Por isso não tenho nada atrelado a nenhum fenômeno de temporalidade e que Deus e o demônio me livrem disso”, enfatiza ele.

Acompanhado por sua banda, que é formada por Leandro Dalle (contrabaixo), Célio Glouster (bateria) e pelo filho Drake Nova (guitarra), o roqueiro sessentão interpreta clássicos da parceria com o mito Raul Seixas, como Carpinteiro do UniversoPastor João e Igreja Invisível, hits da extinta banda Camisa de Vênus, que ele liderava, como Eu Não Matei Joana D`Arc, além de novas do álbum 12 Fêmeas, lançado em 2013 e o primeiro de inéditas após hiato de quase uma década.

PELO ROCK

Em tantos anos de estrada, Nova sobreviveu às diversas fases do rock nacional, sempre direcionado por suas ideias e sentimentos, e não por uma rebeldia de modismo. “O meu discurso não é populista. Quero surpreender meu público e fazê-lo pensar um pouco. Por isso minhas canções mudam de andamento, de arranjos, de tom, porque a arte não é para ser compartimentada no bolso de ninguém, a arte é abstrata, ela se realiza, no meu caso, no palco”, valoriza o artista.

Nova lembra o período da invasão do rock nos anos 80 no Brasil. Segundo ele, por causa da divulgação maciça das rádios, que facilitou essa propagação, muitas coisas boas eram misturadas com obras descartáveis. “Foi vendido um pacotão. Havia bandas querendo ser rebeldes, meninos de bermudinhas de cores cítricas. Então, me distanciei disso porque não me interessava essa coisa efêmera. Queria ser artista no sentido da poesia. Acabou dando certo. Depois de 19 discos gravados, minha obra vinga pela longevidade e consistência.”

O roqueiro também enterra qualquer possibilidade de voltar com a lendária Camisa de Vênus. “Não vivo no passado. Sou orgulhoso dessa história, mas a banda foi uma brincadeira de menino, que era extremamente contestador, interessante e anárquico. Fizemos bons discos e outros nem tanto. Quem sabe a gente se reúna um dia em uma clínica, todos com mal de Alzheimer, para um show para as velhinhas do asilo, mas somente por diversão”, brinca Nova.

fonte: http://www.opopular.com.br/editorias/magazine/o-cara-do-rock-1.605671?parent

foto: www.bolshoipub.com.br



Escrito por Xande Campos Capitão às 22h10
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