Marcelo Nova
   FOTOS DE MARCELO NOVA E BANDA NO BOLSHOI PUB

Mais fotos no www.myspace.com/marcelonovazipnet.

Fonte www.bolshoipub.com.br.



Escrito por Xande Campos Capitão às 21h32
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   JARDS MACALÉ - UM MORCEGO NA PORTA PRINCIPAL II

 

Jards Macalé é um Marcelista de mão cheia. Ou será que Marcelo Nova é que é um Macalista?

Não importa. A regravação de Gotham City e a admiração mútua unem esses dois músicos fantásticos.

Macalé, que fez frutífera parceria com Capinam, sempre foi classificado como maldito. E respondia "maldito é a puta que o pariu". Mais marcelista impossível.

Nos shows de Marceleza é comum ouvir a história de Marcelo, que foi a um festival, onde Macalé cantava Gotham City e era vaiado de maneira desconfortável. O gênio foi cutucado com vara curta, e ele reverteu a vaia em performance, alguma coisa assim: "Cuidado"   UUUUUUUUUUU   "tem um morcego na porta principal". Marcelo jamais esqueceu o que viu.

Abaixo, matéria de um documentário sobre Macalé.

>A arte inquietante de Macalé em sua real grandeza

Filme de Marco Abujamra tem exibições no festival In-Edit Brasil a partir de hoje, com show do compositor amanhã

Lauro Lisboa Garcia

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>Na primeira cena do documentário Jards Macalé - Um Morcego na Porta Principal, de Marco Abujamra, o personagem em questão aparece ameaçando processar os realizadores do filme caso não goste do resultado. "Pode ser uma catástrofe", diz Macalé, com o semblante sério. Medo de quê? "Que destruam tudo o que construí. A minha vida pessoal." Como tudo o que o compositor, cantor, violonista e ator engenhosamente construiu na carreira, a abertura é provocativa. Mas o espectador não precisa se sentir incomodado nem temer o que vem pela frente. "Aquilo é um número", diz Macalé em entrevista por telefone. "Foi uma brincadeira." Ele é amigo de Abujamra e do jornalista João Pimentel, que codirigiram o filme e realizaram as entrevistas.

Veja trecho do filme


O resultado, afinal, é fiel ao que Macalé significa. "Eu, como não tenho papas na língua nem nada a esconder, acho que os tópicos que eles pegaram estão ali respondidos. Tanto por mim, quanto pelas pessoas que foram entrevistadas." O documentário terá a primeira sessão hoje no festival In-Edit Brasil. Amanhã, na Galeria Olido, a exibição será seguida de um show de Macalé, interpretando ao violão clássicos que aparecem no filme, como Vapor Barato, Movimento dos Barcos e Farinha do Desprezo, além de canções de seu álbum mais recente, Macao, de 2008.

Um dos episódios mais relevantes da carreira de Macalé é o show Banquete dos Mendigos, que reuniu, além dele, Raul Seixas, Chico Buarque, Gal Costa, Luiz Melodia, MPB-4, Edu Lobo, Milton Nascimento, Jorge Mautner, Paulinho da Viola e outros, no MAM carioca. Era para ser um show em benefício próprio, já que Macalé se achava falido, mas acabou adquirindo proporções imprevistas.

Associado à comemoração dos 25 anos da Declaração dos Direitos Humanos, tornou-se alvo da repressão pelo conteúdo "subversivo". "Não aconteceu nada no autobenefício, mas como ato político foi fundamental", conclui Macalé no filme. Realizado em 1973, o show histórico foi gravado, mas o disco duplo ao vivo só saiu em 1979, depois de liberado pela censura. Até hoje permanece inédito em CD, apesar de suas insistentes tentativas para relançá-lo.

Gal Costa, uma de suas intérpretes mais marcantes, não aparece na tela, mas em compensação tem sua voz em off cantando lindamente Vapor Barato - em fusão com a leitura do Poema Jet Lagged, de e por Waly Salomão (1943-2003), parceiro de Macalé na canção. Mais emocionante é quando Abel Silva conta a história de quando Macalé também cismou que ia morrer, por volta dos dez anos da morte do poeta tropicalista Torquato Neto (1944-1972). Um telefonema de João Gilberto cantando longamente No Rancho Fundo (Ary Barroso/Lamartine Babo) ao violão para ele foi crucial naquele momento. "De certa forma ele me acalentou, me ninou. Eu fui viajando nessa história e voltando a mim mesmo", lembra agora Macalé, que mora "simbolicamente" num fim de mundo em Penedo.

Nem tudo é tão dramático no filme nem na vida de Macalé. Autor de frases cortantes, ele também protagoniza cenas engraçadas, como a de uma ordem de prisão em Vitória depois de um show de Moreira da Silva (1902-2000), que ele conta em bate-papo com Jaguar.

Diversos amigos e parceiros artísticos - como Nelson Pereira dos Santos (para quem fez "a melhor trilha sonora" que já teve, e também atuou em Amuleto de Ogum), Zé Celso Martinez Corrêa, Capinam, Abel Silva, Dori Caymmi, Gilberto Gil, Maria Bethânia, Cafi, Chacal, Nelson Motta - avalizam a importância do criador inquieto, que agregou o cinema, o teatro e as artes plásticas a sua música.

Além de depoimentos inéditos, Bethânia (outra intérprete fundamental do compositor, com quem dividiu o palco no show Opinião) aparece em imagens de arquivo ao lado de Caetano Veloso, no tempo em que ela morou na casa de Dona Lygia, mãe de Macalé. Com eles, Torquato, Norma Bengell, Rogério Duarte e outros, "a casa ficava em ebulição". "Acho que parte da Tropicália foi discutida ali", diz o músico.

É claro que a pecha de "maldito", com que foi identificado na época, é assunto que ainda rende. "Maldito é a mãe", diz ele no filme. Além de "dialogar com a vanguarda" ele era um pessoa "tendo um comportamento possivelmente livre dentro daquela coisa horrorosa", que era a ditadura militar. A referência ao morcego do título do documentário vem da canção Gotham City, vaiadíssima num festival em 1969, uma metáfora do negror daqueles tempos.

Dono de uma "habilidade musical rara" (para Luiz Melodia), com "desejo experimental" (Jorge Mautner), que "reúne com facilidade o popular e o contemporâneo" (Xico Chaves), é considerado por Zé Celso como "um semideus", um artista da magnitude "de uma Maria Callas, de um Oscar Niemeyer". Não é à toa que esses "marginais" se identificam com ele, na visão da arte como agente transformador. De real grandeza.

fonte www.estadao.com.br



Escrito por Xande Campos Capitão às 11h52
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   JARDS MACALÉ - UM MORCEGO NA PORTA PRINCIPAL I

O animal que escuta a si mesmo

 

JARDS MACALÉ – UM MORCEGO NA PORTA PRINCIPAL – Première Brasil

Felipe Messina

Antes que acenda a luz do dia, o morcego corta o ar e desfere seus berros contra os obstáculos. A cada batida de asas, calcula as distâncias entre ele e o que o cerca. Seu próprio som o faz navegar em territórios nos quais nem os “Olhos de Lince” conseguem enxergar. Seja pedra, seja planta, seja bicho, seja humano.

O primeiro berro lança contra o diretor do filme. “Para que todas essas entrevistas? Sinceramente não estou entendendo! Eu não confio nisso! Tô falando sério!” A câmera?, deixa-a de lado e encara os argüidores em tom ameaçador. Óculos escuros, camisa de super-homem e zelo pela própria história. Mesmo para quem Vive do presente, diz em alto e bom som que teme por “uma catástrofe”, pela “desconstrução de sua vida”. O mito da infalibilidade e transcendência do cinema persiste. Mas o filme segue. Segue incompleto, como todos. Lacunas planejadas pelo personagem; lacunas geradas pelos criadores.

Corte. Fumaça, cabeça, nuca, fonogramas... “Vou ficar aqui exposto à audição pública”, escuta-se mais uma vez enquanto o cenário prepara a entrada das imagens de super 8 impressas também por ele. Cores silvantes e versos antigos se unem às imagens do passado que se misturam aos dias recentes como se certos momentos vivessem para sempre. Se a pele muda, a cor da carne se mantém. Se os pêlos agrisalham, a língua permanece a mesma. Dela sai a voz que canta o filme inteiro. Ouvi-lo em suas mais variadas fases é quase uma obsessão. Canta letras de sua autoria e interpreta a lírica de outros poetas. Se os versos não são seus, os sentimentos parecem vir de dentro. Assim um perfil é construído também através da música. Solidão, fervor, eletricidade, enfrentamento. Sobretudo solidão e enfrentamento.

De repente, um pretexto é mote rápido para vê-lo no palco onde hoje é entrevistado por Jaguar. Não se acostume, os lances são velozes e o texto redigido é linha mestra na costura entre as canções, perguntas e anedotas. Os risos nunca cessam e o humor lhe transborda. Ri de si mesmo, ri do camburão, ri do saudoso companheiro e mestre Kid Morengueira (a amizade entre os dois está no curta Tira os Óculos e Recolhe o Homem, de André Sampaio, hors concours na Première Brasil). Nesta seqüência extensa de entrevistas, as horas e horas de conversas ficam sugeridas. Vê-se o cantor, o compositor, o ator. O destino do poeta é coisa dele e talvez por isso os amigos, colegas e admiradores lhe façam deferência. Capinam, Cafi, Chico Chaves, Zé Celso, Nelson Pereira...

Soberba, a mãe lhe sustenta o passo e, sentados num balanço de Penedo, relembram a "peleja” entre ele e Dori Caymmi. Afeito aos acordes dissonantes, com o violão na perna mostra à Dona Lygia a diminuta “inoportuna” que o amigo lhe impusera. Sente-se mais uma vez o cheiro da casa da mãe onde os amigos enfurnados tramavam o Tropicalismo. Saudades de Torquato. Rio e também posso chorar.

Wally não pede licença e, tão rápido como um raio, cruza o cenário com sua voz e sua poesia. Dele apenas as palavras e a imagem enquanto declama. Ah vale a pena ser poeta.

Pouco a pouco, define-se o rumo entre o palco constante, a repetição das imagens antigas e o rememorar dos tantos golpes, de sorte ou de azar. Caçavam bruxas nos telhados de Gotham City e ele próprio acabou marcado pelos inimigos com os quais se debateu. Ao ponto de ser rotulado como “maldito” juntamente com outras figuras como Luiz Melodia e Jorge Mautner. Foi o preço que pagou por dizer o que pensava, por atacar a indústria fonográfica e alçar outros tantos vôos no escuro. Ah como é forte o gosto da farinha do desprezo. Quando a comeu, ao menos foi em boa companhia.

A vida sempre por um triz. No passo errante do risco, o morcego também pousa solitário. É certo que de ponta-cabeça. Apesar de tudo, escuta sempre a si mesmo. “Os próprios barulhinhos internos”. E aí nunca fica só.


Felipe Messina
fonte oglobo.globo.com/.../post.asp?cod_post=129667



Escrito por Xande Campos Capitão às 11h39
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   MARCELO NOVA EM TERRAS GOIANAS

Marcelo Nova invade Goiás, o chamado paraíso verde e plano do país, tocando no dia 26 de junho na cidade de Guapó e dia 27 na capital goiana, no Bolshoi Pub.

Outras informações nos sites www.radioexecutiva.com.brwww.bolshoipub.com.br.



Escrito por Xande Campos Capitão às 16h53
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   MARCELO NOVA PARTICIPANDO DO NOVO CD DO MADE IN BRAZIL

 

A revista Roadie Crew, em sua edição de maio de 2009, noticiou que Marcelo Nova participou do mais recente cd do Made in Brazil, chamado de Rock de Verdade.

Veja abaixo o review do cd publicado no site whiplash.net:

Dez anos se passaram desde o último álbum de inéditas da trupe de Oswaldo e Celso Vecchione (o ótimo e "bluesy" "Sexo, Blues & Rock'n'Roll"). De lá pra cá, os fãs aguardaram por novas músicas, até que o novo álbum foi finalmente anunciado. Mas, apesar do título "Rock de Verdade", esta "bolacha" traz também uma boa dose daquele blues presente nos dois últimos trabalhos da banda. Se isso é bom ou ruim? Veremos...

 

A faixa-título abre o álbum com um considerável peso e energia, grudando na cabeça do ouvinte de forma quase imediata. Com certeza será um futuro hino do Made In Brazil! Outros ótimos rocks compõem a track list: "Tô Ligado em Rock 'N' Roll", "Me Abraça, Me Beija e Larga a Cerveja", "Pro Raul", "Queimo o Pão de Queijo, Mas Não Queimo a Rosca", "Vida Loka", "Festa na Pompéia", e a vinheta "Saideira". Como se pode notar nos próprios títulos das músicas, a irreverência e o alto astral continuam em alta nas composições dessa banda que não tem medo de ser feliz!

E para quem curte blues de qualidade, eles também estão aqui: "Todo Dia Rola um Blues", "Lenha Prá Queimar", "Anjo de Cara Suja", e o "boogie" "Milk Shake & Rock 'N' Roll". Completando o setor mais "light" do álbum, temos também a balada "Você é o Meu Sol". Infelizmente, esta não contribui de forma muito positiva, mas não deixa de conferir um pouco mais de variação à obra como um todo.

Concluindo, o novo trabalho do Made In Brazil certamente mantém a essência da banda viva e forte, como de costume. Por um lado, seu misto entre "música pra dançar" e "música pra relaxar", pode tornar o álbum um tanto "inconveniente" para certas ocasiões (o que é uma consequência natural de qualquer obra mais heterogênea). Mas, para quem curte rock 'n' roll e blues igualmente, "Rock de Verdade" é um prato cheio!

Músicas:
1. Rock de Verdade!
2. Tô Ligado em Rock 'N Roll
3. Me Abraça, Me Beija e Larga a Cerveja
4. Todo Dia Rola um Blues
5. Pro Raul
6. Você é Meu Sol
7. Queimo o Pão de Queijo, Mas Não Queimo a Rosca
8. Vida Loka
9. Lenha Prá Queimar
10. Milk Shake & Rock 'N Roll
11. Anjo de Cara Suja
12. Festa na Pompéia
13. Saideira

O cd está à venda no site do selo Gabaju (ligado aos Velhas Virgens) no www.gabaju.com.br.



Escrito por Xande Campos Capitão às 19h21
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   FOTOS DE MARCELO NOVA E BANDA NO ON THE ROAD PUB

 

Segue fotos da apresentação de Marcelo Nova de banda no On The Road Pub, na cidade de Bauru/SP, do show realizado em 29 de maio de 2009.

Todos os direitos On The Road Pub.

Mais fotos no site www.myspace.com/marcelozipnet.



Escrito por Xande Campos Capitão às 20h35
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   MARCELO NOVA EM BAURU - 29 DE MAIO

 

Marcelo Nova estará se apresentando no On The Road Pub, na cidade de Bauru/SP, amanhã, dia 29 de maio de 2009.

A casa, cujo nome é inspirado no livro homônimo de Jack Kerouac, apresenta maiores informações no site http://www.ontheroadpub.com.br/.



Escrito por Xande Campos Capitão às 19h45
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   MARCELO NOVA AO VIVO NA RÁDIO ELDORADO

 

A apresentação de Marcelo Nova e banda, no Shopping Anália Franco, que terá participação de Nasi, será transmitido ao vivo pela Rádio Eldorado, podendo ouvido também pela internet no site www.territorioeldorado.com.br.

Terça-feira, 19 de maio de 2009, 16:48
Marcelo Nova e Nasi tocam Raul!
Marcelo Nova e Nasi tocam Raul!AE

Projeto Grandes Encontros faz tributo a Raul Seixas

O show relembra o disco 'Panela do Diabo', em parceria com Marcelo Nova

Por Gabriela Nunes

Neste domingo, 24 de maio, o ‘Maluco Beleza’ é o homenageado da vez no palco do Shopping Anália Franco, pelo fundador do Camisa de Vênus, Marcelo Nova – que também foi seu parceiro no final dos anos 80 – e pelo ex-vocalista do Ira!, Nasi.

No show, que faz parte da temporada 2009 do projeto Grandes Encontros, os músicos relembram os grandes sucessos de Raul, com canções do disco ‘Panela do Diabo’ (1989), como “Carpinteiro do Universo” e “Pastor João e a Igreja Invisível”, além de outros clássicos, como “Aluga-se” e “Eu Nasci Há Dez Mil Anos Atrás”.

O show será transmitido ao vivo pela da Rádio Eldorado FM (92,9 kHz) e aqui no Território Eldorado. O Grandes Encontros foi vencedor do Prêmio APCA na categoria de Melhor Programa ao Vivo de Rádio em 2008.

RAULZITO

Em 21 de agosto deste ano, serão completados 20 anos da morte de Raul Seixas, considerado o pioneiro do rock nacional. Em 1989, com 44 anos, o cantor e compositor baiano teve uma parada cardíaca, conseqüência do alcoolismo e agravado pelo fato de ser diabético.

O disco em parceria com Marcelo Nova, ‘Panela do Diabo’, cujas músicas serão apresentadas no show de domingo, foi o último que Raulzito gravou, lançado um dia depois de sua morte. O álbum vendeu 150 mil cópias, e rendeu um disco de ouro póstumo ao “Maluco Beleza”, sendo o maior sucesso de sua carreira.

GRANDES ENCONTROS

O projeto Grandes Encontros foi lançado em maio de 2003 pelo Shopping Anália Franco em parceria com a Rádio Eldorado, com o objetivo de oferecer aos seus freqüentadores uma opção qualificada de lazer aos domingos.

Em sete anos de projeto foram realizados 68 shows, com a presença de 107 artistas diferentes, recebendo um público de mais de 290 mil pessoas. Entre os artistas que passaram pelo palco do Grandes Encontros estão: Toquinho, Seu Jorge, Paula Lima, Nando Reis, Yamandú Costa, Ed Motta, Lobão, Elba Ramalho, Pedro e César Camargo Mariano, entre outros. Neste ano, Maria Rita abriu a temporada 2009, com sucesso de público e muito samba no pé.

Veja também:
 - Clique aqui e ouça PLAYLIST com músicas de Raul Seixas
-  Confira a galeria de fotos do show de Maria Rita no Grandes Encontros

SERVIÇO

24/05 - Marcelo Nova convida Nasi num Tributo a Raul Seixas

Horário: 12h30
Local: Praça de Eventos do Shopping Anália Franco - Av. Regente Feijó, 1739 – Piso Orquídea – Tatuapé
Informações: Pelo site www.shoppinganaliafranco.com.br e pelo telefone 4003-4133
Entrada Gratuita - colabore doando 1 kg de alimento não perecível

>



Escrito por Xande Campos Capitão às 12h17
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   PRÓXIMAS APRESENTAÇÕES DE MARCELO NOVA E BANDA

 

22 de maio de 2009 - 18 horas - Marcelo Nova estará em bate papo na sala Múltiplo Uso do Sesc Santo André.

22 de maio de 2009 - 21:30 horas - Marcelo Nova e banda estarão no palco do Sesc Santo André. Para maiores informações, telefone 11 4469-1200, email@santoandre.sescsp.org.br, ou no site http://www.sescsp.org.br/sesc/busca/index.cfm?UnidadesDirector=60. Sesc Santo André fica na Rua Tamarutaca, 302 - Vila Guiomar, Santo André/SP.

24 de maio de 2009 - 12:30 horas - Marcelo Nova e banda estarão no piso Orquídea do Shopping Anália Franco. O show faz parte do projeto Grandes Encontros, e Marceleza receberá seu brother e vocalista Nasi. Maiores informações no telefone 11 4003-4133. Shopping Anália Franco fica na Av. Regente Feijó, 1739 - Tatuapé, São Paulo/SP.



Escrito por Xande Campos Capitão às 18h58
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   VÍDEOS DO CAMISA NA VIRADA CULTURAL 2009

 

Seguem abaixo alguns links para ver o Camisa na Virada Cultural paulista de 2009.

http://www.youtube.com/watch?v=eBO9RlkDnIo

http://www.youtube.com/watch?v=BJYBzIfa08k

http://www.youtube.com/watch?v=onC9ZXwmewc

 



Escrito por Xande Campos Capitão às 18h20
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   MARCELO NOVA E CAMISA DE VENUS NA VIRADA CULTURAL

O Camisa toca à meia noite (zero hora do dia 3 de maio) na Praça da República. No site oficial da Virada Cultural, a banda é descrita assim:

Camisa de Vênus é uma banda baiana que representa um marco na história do rock nacional. Firme aos seus propósitos de anarquia e liberdade, o Camisa envolveu-se em inúmeras confusões e episódios polêmicos, como quando, ao chegar em São Paulo, no escritório da Som Livre, negaram-se a mudar o nome da banda (então considerado obsceno pela gravadora) e perderam o contrato e acabaram por ficar anos sem gravadora. Donos de clássicos do rock brasileiro como \"Eu Não Matei Joana D’Arc\", \"Silvia\", \"Beth Morreu\", \"A Ferro e Fogo\", \"Só o Fim\" entre muitas outras. O Camisa de Vênus foi responsável, em 1986, pela gravação de um disco realmente ao vivo de rock no Brasil intitulado \"Simplesmente Ao Vivo\", com microfonia, ecos e muitos palavrões. Há muito separados, seus integrantes se encontram novamente para se apresentar na Virada Cultural 2009.

Marcelo Nova volta ao palco, dessa vez na Estação da Luz, num evento onde o mestre Raul Seixas será homenageado, tendo todos os seus álbuns tocados na íntegra por diversos artistas. Marceleza tem show previsto Às 16:30, tocando o disco A Panela do Diabo, junto dos Panteras. O site descreve esse clássido álbum assim:

Gravado em agosto de 1989, \"A Panela Do Diabo\" é o resultado da série de apresentações que Raul fez ao lado de Marcelo Nova, acompanhados pela banda Envergadura Moral. O tom de despedida é óbvio mas o disco também traz em algumas faixas o sarcasmo que tanto marcou o estilo de Raul. É nesse LP que encontramos músicas como \"Carpinteiro do Universo\", \"Pastor João e a Igreja Invisível\" e \"Rock And Roll\". Dois dias após o lançamento do álbum, em 21 de agosto, Raul faleceu em São Paulo, devido a uma parada cardíaca provocada pela pancreatite crônica. Na Virada Cultural, \"A Panela Do Diabo\" é interpretado na íntegra por Marcelo Nova e Os Panteras. *\"A Panela Do Diabo\" faixa a faixa:* Be Bop A Lula, Rock\'n\'Roll, Carpinteiro do Universo, Quando Eu Morri, Banquete de Lixo, Pastor João e a Igreja Invisível, Século XXI, Nuit, Best Seller, Você Roubou Meu Videocassete, Cãimbra no Pé.

Maiores informações no site www.viradacultural.org.



Escrito por Xande Campos Capitão às 18h34
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   A DENTIÇÃO 2009 DO CAMISA

O Camisa vai se apresentar na "Virada Cultural", no dia 2 de maio próximo.

Essa nova dentição da banda já tem sua formação definida. Veja aí, e se prepare pra botar pra fude.

Os membros originais, Marcelo Nova, Gustavo Mullen, Karl Hummel e Robério Santana. Muito bem acompanhados por Luiz Carlini e Ivan Busic.



Escrito por Xande Campos Capitão às 19h49
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   MARCELO NOVA ENTREVISTADO POR CLEMENTE

 

Marcelo Nova recebeu em sua casa o "Pé na Porta", apresentado por Clemente (Inocentes), para o site www.showlivre.com.

Sobre o encontro, Clemente postou o seguinte comentário:

Marcelo Nova, velho de guerra

Por mais incrível que pareça, conheci o Marcelo Nova, salvando-o de uma surra fenomenal, nunca o tinha visto em minha vida, nunca tinha ouvido falar do Camisa de Vênus, era a primeira vez que ele pisava em São Paulo com essa turma toda, de lá pra cá viramos amigos, e é claro que me arrependi do meu feito (hahahahahaha), Passamos pela gigante Warner, fomos companheiros de gravadora na década de 80 e fizemos vários projetos juntos.

Como fazia um tempo que eu não o via, resolvi aparecer e é claro levar a câmera, nem tinha pauta, ele não está lançando nada, e acho que isso que tornou o papo descontraído e bacana.

Marcelo já não tem papas na língua e ainda mais voltou a tomar uma cervejinha, segura o véio, (hahahahahahaha). Peguei ele no meio de uma entrevista, para um cara que está escrevendo um livro sobre Raul Seixas e esquecemos de falar sobre isso, (hahahahahahaha!) é a cerveja, só pode ser.

Clemente Nascimento


15/04/2009 às 19:07:05

 

Assista e divirta-se.

http://showlivre.oi.com.br/canais.php?canal=2&blogPosts_id=473



Escrito por Xande Campos Capitão às 19h18
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   O CAMISA SE REÚNE NOVAMENTE

 

Notícias prévias sobre a programação da já tradicional Virada Cultural de São Paulo, dão conta que o Camisa de Venus vai se reunir, e tocar no evento.

As boas novas não param por aí. Os Velhas Virgens vão tocar na íntegra o disco Abre-te de Sésamo do Raul Seixas, numa programação em homenagem aos 20 anos de falecimento do mestre, e Marcelo Nova vai se apresentar ao lado dos Panteras, banda baiana que acompanhava Raul no início de carreira.

(foto acima gentilmente cedida por Gustavo Pereira - www.gustavosilent.com.br)

Nas últimas reuniões do Camisa, a banda sempre contou com o apoio de um terceiro guitarrista. Luiz Carlini, presente nos discos Quem é Você? e Plugado, e presente na reunião de 2007, larga como favorito a ocupar o posto. Resta saber quem comandará as baquetas.

Veja fotos dos Panteras no show de aniversário de 50 anos de Marceleza.

Vamos torcer para que a programação anunciada se mantenha, e bota pra fuder. Sem dó!



Escrito por Xande Campos Capitão às 19h26
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   HÁ 50 ANOS, O SIMCA CHAMBORD

Imagine um Simca Chambord em alta velocidade, muita fumaça ino interior, ao volante Marcelo Nova, Miguel Cordeiro no banco da frente, e o restante do Camisa no banco de trás. Entre os garotos viasse uma siluete de mulher fumando.

Juntos eles tranformaram uma lenda automobilística em clássico do rock´n roll. O Simca Chambord completa 50 anos, saiba mais abaixo.

Fonte: www.jornalveiculos.com.br - texto de Roberto Nasser

Em sete de março de 1959, a Simca do Brasil faturou pouco mais de centena de Chambord à nascente rede de concessionários. Fazem 50 anos, e a Simca assinalou sua presença como a produtora do primeiro carro de luxo em nosso país, criou versões, fez evoluções, e teve vida curta, absorvida pela Chrysler em 1967.A unidade número 1 começou a ser produzida no dia 8 de janeiro.

História curta, porém rica em novidades. Foi a montadora com maiores intervenções realizadas no produto, desenvolvendo soluções inexistentes na matriz, como o motor mais forte – dos 84 hp originais franceses, foi a 115 hp conseguidos para as versões Rallye e Présidence – ou a caixa de transmissão sincronizada.

Além de melhor rolagem, fruto de constante desenvolvimento, em especial por envolvimento em corridas, criando versões, melhorias, como a série Tufão, a ignição eletrônica, as cores em amplo leque e nomes curiosos – que tal Sombra Queimada ? -, o refazimento do motor, deslocando as válvulas do bloco do motor, para o cabeçote.

Terá sido, com certeza, a melhor imagem da coragem romântica em se mudar para um país tropical interessado em produzir automóveis, embora  sem a menor estrutura, gente treinada, auto peças confiáveis. Havia apenas espectativa de vendas num mercado desconhecido, inquantificado. Deixou muitas marcas em nossa história, e um recorde: entre decidir vir para o Brasil, reunir o maquinário, transportá-lo, arranjar onde instalá-lo, preparar a operação, contratar pessoal, treiná-lo, e tirar a primeira unidade da linha de produção, levou apenas 3 meses. Um recorde até hoje imbatido.

Epopéia - Não era apenas correr, mas enfrentar situações novas, como, por exemplo, o fato de não haver na fábrica matriz quem entendesse português para preencher as guias de exportação. Contrataram desempregados: uma ex-bailarina; um ex-garçon e uma ex-profissões diversas, descompromissados com a terminologia específica e datilografia !

Os feriados de final de ano atrapalharam remessa e recebimento. Compatilizou-se o maquinário de uso mais urgente com o cronograma dos navios. Buscava-se no Brasil prédio capaz de receber o maquinário e se transformar em fábrica. Era questao básica. Se não, ... nada.

Fiat Brasileira S/A, razão social de então, ajudou. Seu representante, Elio Peccei, era articulado, tinha no bolso do terno claro a indicação do espaço desejado: o prédio da Varam Motores, em São Bernardo do Campo, SP. Fora instalada em 1948, na Via Anchieta, em frente ao terreno que depois recebeu a Volkswagen. A fábrica foi destruída pela VW e hoje o terreno abriga monumental depósito das Casas Bahia. Muito apropriado, fora construído por planos da norte-americana Nash, por seu representante, a Varam Motores.

Instalações vazias e, com pequeno trabalho, aptas a nova operação. Marcus Keutenedjian, 85, herdeiro do pioneiro Varam, ágil e de fantástica memória, lembra-se da articulação promovida por Peccei:  “ – Um homem culto, fino em procedimento. Tinha crédito para a indicação, e facilitou negócios para ambas as partes. “

Mas, apesar da falta de estrutura, de direcionamento, sem treinar todo o pessoal, ao completar três meses da decisão de vir ao Brasil, corporificou sua decisão aos 8 de janeiro, 90 dias após, com o primeiro carro deixando a linha de montagem. 

História marcante, motivou música própria com o grupo Camisa de Venus. Lá uma frase – “E eles fizeram pior, acabaram com o Simca Chambord... “ sintetizou um libelo contra os atos de violência do governo militar.




Escrito por Xande Campos Capitão às 19h29
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